Falange Missionária Nityama

1817

Ana Maria Frós – 1ª Nityama

Salve Deus!

O véu é uma das principais formas de identificação da Nityama, devendo, portanto, ser tratada com carinho e respeito, estando sempre dentro do padrão.

O comprimento correto, a forma arredondada nas pontas e a limpeza são imprescindíveis na apresentação do véu.

Cobrir o rosto com o véu faz parte das heranças trancedentais, aonde as jovens (Nityamas) dançavam em volta das fogueiras e ao serem pedidas em casamento, descobriam o rosto, demonstrando assim, que já eram comprometidas.

Hoje, o véu, simboliza a pureza do espírito da Nityama e é por isso que, quando a nityama se casa, ela entrega a tiara e o véu para a primeira ou sua representante, mostrando que ela já é comprometida e já está trocando de roupagem tornando-se uma Nityama Madruxa, que também possui o véu em seu pente.

A Nityama deverá cobrir o rosto em todo ritual que estiver representando sua Falange Missionária.

Cantos da Nityama
1º CANTO 
OH JESUS!
FOI A VONTADE DE DEUS TRAZER-ME DE VOLTA NESTE MUNDO FÍSICO DE DEUS PAI TODO PODEROSO.

VOLTEI, APÓS ENFRENTAR MAGOS E PITONISAS, E NA CHAMA ARDENTE DO LENHO, INVOCO AS FORÇAS SAGRADAS DOS DEVAS, SEMPRE NA DEFESA ABSOLUTA DO HOMEM DE MINHA TRIBO, PEDINDO SEMPRE A JESUS A VOLTA DE SUA ORIGEM E AS HERANÇAS TRANSCEDENTAIS DOS MUNDOS QUE DEIXAMOS.

OH JESUS!

FIRME NESTE PROPÓSITO, PARTO COM – 0 – // EM CRISTO JESUS.

(Poderá ser feito em qualquer trabalho, MENOS para acender/apagar a CHAMA DA VIDA)

2º CANTO

 OH JESUS!

EU SOU A NITYAMA,  DO LENHO E DAS PAIXÕES.

FIZ MIL CHAMAS, SUBI E CHEGUEI ATÉ OS DEVAS, RECEBI AS SUAS BÊNÇÃOS E ROGUEI DE JOELHOS PELOS MEUS AMORES.

JESUS!

AQUI ESTOU PARA TE ENCONTRAR!

SOU EU QUEM CANTA, ABRINDO OS CAMINHOS DO MEU MESTRE JAGUAR. ESTOU A MANIPULAR,  AS FORÇAS COM TERNURA, ATÉ QUE MEU MESTRE, MAGO DESTE AMANHECER, QUE JUNTOS ACENDEMOS A CHAMA DA VIDA, ILUMINANDO O CAMINHO DOS MESTRES QUE DESCEM DO REINO CENTRAL, DE SUAS JORNADAS E PASSAM POR AQUI, VINDOS CARREGADOS DE ENERGIAS.
OH JESUS!

OH MEU PAI SETA BRANCA!

OH SIMIRONBA DE DEUS!

PARTIREI SEMPRE COM – 0 – // EM CRISTO JESUS.

(Poderá ser feito em qualquer trabalho, mas é EXCLUSIVO para acender/apagar a CHAMA)

chama
Chama da Vida Localizada no Turigano

CANTO NO TURIGANO

OH! DEUS APOLO, UNIFICADO EM CRISTO JESUS!

REVISTAI AQUI O TEU POVO, QUE NA FORÇA ABSOLUTA DE SIMIRONBA NOSSO PAI, PREPARA O ESPÍRITO ESPARTANO NA FIGURA DO MESTRE JAGUAR, PARA QUE SIGAM OS SEUS CAMINHOS MATERIAIS, NA FORÇA DESTE TURIGANO,

QUE SIGAM TODOS, TODOS PROTEGIDOS DE QUALQUER CORRENTE NEGATIVA, E QUE SOMENTE O AMOR ENCONTRE ACESSO EM TODO ONOSSO SER.

E, PARA QUE NOVAS FORÇAS VENHAM A VIBRAR, PEÇO A PRESENÇA DA GUIA MISSIONÁRIA, NA FORÇA ABSOLUTA DA 1ª GUIA MISSIONÁRIA ARAGANA VERDE ISIS.
E, ASSIM, CONFIANTE JESUS QUERIDO, SIGO COM – 0 – // EM CRISTO JESUS.

(Esclusivo para o trabalho de TURIGANO, aos DOMINGOS, para acender a chama. Na via sagrada será feito o 1º ou o 2º Canto)

imagem-da-madruxa Nityamas Madruxas (*) foram instituídas em 1981, após o casamento da Primeira Nityama Ana Maria, ninfa do Adjunto Adejã, Mestre Fróes, 2º Filho de Devas, que foi a primeira Madruxa consagrada. Passa a Madruxa a Nityama que se casa. Madruxa é a madrinha das Nityamas.
CANTO DAS MADRUXAS:

Ó, DEUS APOLO, UNIFICADO EM CRISTO JESUS! REVISTAI AQUI O TEU POVO, QUE NA FORÇA ABSOLUTA DE SIMIROMBA, NOSSO PAI, PREPARA O ESPÍRITO ESPARTANO NA FIGURA DO MESTRE JAGUAR, PARA QUE SIGAM OS SEUS CAMINHOS MATERIAIS NA FORÇA DESTE TURIGANO. QUE SIGAM TODOS, TODOS PROTEGIDOS DE QUALQUER CORRENTE NEGATIVA, E QUE SOMENTE O AMOR ENCONTRE ACESSO EM TODO NOSSO SER! E, PARA QUE NOVAS FORÇAS VENHAM VIBRAR, PEÇO A PRESENÇA DA GUIA MISSIONÁRIA, NA FORÇA ABSOLUTA DA 1ª GUIA MISSIONÁRIA ARAGANA VERDE ISIS! ASSIM, CONFIANTE, JESUS QUERIDO, SIGO COM -0-//, EM CRISTO JESUS.

 

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“As Nityamas viviam em um pequeno povoado de onde os

homens mercenários, guerreiros, partiam e as deixavam sozinhas.

Elas tinham a devoção com o Devas, Deus das Nuvens, e por isso

se chamavam Nityamas – o mesmo que Filhas de Devas. Faziam

grandes fogueiras e chamavam a chuva. Diziam que sua praga ou

agouro pegava como o Mal ou como o Bem.”  (Tia Neiva, s/d)